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12 03 16
‘Kilroy was here’
I was getting sick of of being accused of not looking the jobs over and one day as I came through the manhole of a tank i had just surveyed, I angrily marked with yellow crayon on the tank top, where the tester could see it, ‘Kilroy... 12 03 16

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coverjunkie:
“ New cover The New York Times Magazine
Photography Christopher Anderson
Editor in Chief Jake Silverstein / Design Director: Gail Bichler / Art Director: Matt Willey / Director of Photography: Kathy Ryan / Deputy Art Director: Jason... 09 03 16
coverjunkie:
“ Newest @timemagazine
” 09 03 16

(Ir)racionalidade

Vivemos num mundo cheio de regras e leis. Quem gere essas leis, essas regras, que por outro lado (ironicamente) gerem o nosso mundo individual e colectivo, é a chamada política. A política tem vindo a ser alterada e modificada, moldada, de acordo com as nossas necessidades e desejos. À medida que estas alterações se foram sucedendo, muitas vezes passando-se despercebidas, a política foi perdendo ligações às suas origens, à sua verdade. Foram os humanos, animais racionais, que criaram a política, contudo também são eles que a têm vindo a destruir. Seja pela falta de interesse e o seu não-contributo, seja pela exploração em função de interesses individuais.

Parece que cada vez mais perdemos a nossa “racionalidade” e nos transformamos, aliás retrocedemos às origens da palavra “animal”. Tornado-nos seres individualizados que apenas se focam nos seus desejos e ambições relativas a um futuro pessoal e individual. Deixou de existir um espírito colectivo, uma união. Deixou de existir espaço para pensar colectivamente. 

09 03 16
doworkdesign:
“With Courage and Confidence We Look Towards The Future by John Karborn
” 09 03 16
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A memória é um dos principais instrumentos de apoio à decisão e uma importante fonte de aprendizagem. Cada um de nós utiliza a memória, e o que aprendeu com as suas experiências passadas, para basear e aperfeiçoar as decisões futuras e corrigir os erros anteriores. As pessoas têm memória, as empresas têm memória, as instituições têm memória, os territórios têm memória, os países têm memória. Embora muitas vezes não saibam que a têm, ou não a sistematizem de forma a que possa ser plenamente rentabilizada ou, simplesmente, o que é pior, preferem ignorá-la.

Um dos domínios em que a memória dos países, dos territórios, das instituições, e da própria administração pública, deve ser particularmente rigorosa, é sobre o escrutínio e o conhecimento detalhado das políticas públicas implementadas, sobre a interpretação sistémica dos seus resultados e impactos, sobre os seus casos de sucesso e insucesso e sua plena compreensão, sobre as suas condições de durabilidade e de reprodução de efeitos multiplicadores e, sobretudo, sobre como utilizar essa informação e conhecimento para fundamentar e calibrar o desenho das políticas públicas futuras.

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‘As políticas públicas e a nossa memória colectiva’, in Público

http://www.publico.pt/opiniao/jornal/as-politicas-publicas-e-a-nossa-memoria-colectiva-24513641

05 03 16